Gabriel Lisboa
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O que as pessoas superestimam como sinal de que estão com a vida em ordem?
A parte do "vida em ordem" me pega um pouco. O que seria isso né? Porque o que é estar em ordem? Esse tipo de pergunta para mim deveria ser um reflexo muito pessoal do que a pessoa valoriza para a vida dela, quais objetivos ela tem, onde ela quer chegar, o que ela quer ser, construir. Inclusive é isso que gosto da proposta da Knowala. Me permite ver quais outras formas as pessoas enxergam a vida. Do meu ponto de vista, seriam questões mais supérfluas. Status, dinheiro, cargo no trabalho, posses. Não quer dizer que não precisamos disso em algum nível para sobreviver no sistema atual, MAS, na minha definição de ter vivido uma boa vida, normalmente está ai.
O que as pessoas confundem com ser uma boa amizade?
Presença. Não necessariamente a amizade mais presente na nossa vida é a melhor ou mais importante. Claro que estar presente e com uma certa frequência é importante para construção de uma amizade. Não a toa onde normalmente temos mais amigos é na época de colégio, onde temos muito tempo livre e vemos nossos amigos todos os dias. Mas depois da construção de um relacionamento, nem sempre quem está presente sempre é um bom amigo.
Que coisa você raramente fala para os amigos mas provavelmente deveria?
Conversas difíceis e desconfortáveis. As vezes é difícil colocar limites, alinhar expectativas, alinhar interesses e as vezes é difícil ouvir o que o outro lado pode trazer pra mesa.
O que as pessoas raramente admitem que influencia mais as escolhas delas do que gostariam?
Rede social. Acho que muita gente já sabe o quanto a rede social nos influencia, mas também acho que muita gente tenta negar isso, ou simplesmente não tem consciência sobre o impacto disso em suas vidas. Padrões de comportamento, opiniões, consumo, tudo isso é moldado pelo o que a gente consome, pelo o que a gente "respira". Temos uma tendência a pensar nesse tema apenas para pautas mais críticas, por exemplo, o impacto da saúde mental das pessoas devido comparação ou o padrão de estética do momento. Porém, mesmo para pequenas coisas, talvez coisas que são inofensivas, também somos influenciados.
Qual artista ou criador você acha que é subestimado pelo público em geral?
Larry June! Tenho ouvido bastante ele nos ultimos anos. Excelente rapper.
Se você tivesse que recomendar uma obra para alguém entender o Brasil, qual seria?
O filme Bacurau. É um filme mais recente (2019), com uma dinâmica de filme de ação, que acredito que seja um gênero que agrade um público maior de pessoas. Retrata o nordeste, dinâmicas de poder paralelo, interesses pessoais/políticos e suas influências na vida das pessoas/comunidades. Também aborda o interesse problemático de alguns estrangeiros com o país e como brasileiros "vendem/entregam" o seu povo para estrangeiros. É interessante ver como a comunidade se junta para combater os desafios que o filme trás. Isso mostra nosso poder de união que o ser humano tem e precisa relembrar.
Tem algum lugar que guardou uma versão de você que em outros contextos não aparece mais?
To há dias tentando responder essa pergunta. Complexa hein... Quem sabe eu volte aqui pra editar ela depois kkk porque sinceramente, considerando que sou um fruto do que já vive anteriormente, ainda esses outros contextos fazem parte de mim (como u/flasaldanha) citou.
Se você pudesse voltar a um momento específico só para observar, sem mudar nada, qual seria?
Não é um momento específico, mas um período da minha vida. Acredito que o ensino médio foi uma jornada difícil para mim. Gostaria de poder observar como eu era, o que eu fazia, o que acontecia comigo. Seria interessante observar isso com a cabeça de hoje e ver como essa jornada me influenciou.
O determinismo defende que todas as suas escolhas são resultado da sua genética, criação e experiências passadas, como dominós caindo. Se isso for verdade, você realmente já escolheu alguma coisa na vida?
Do meu ponto de vista, não acredito 100% no determinismo. Acredito sim que somos fruto do meio que vivemos e das experiências passadas, mas não acredito que somos apenas uma cadeia de eventos decorrentes de eventos anteriores. Para mim, a principal forma de enxergar que temos sim o poder de tomar decisões diferentes do que instintivamente tomaríamos, é a pratica da meditação. Para mim, o grande exercício da meditação é a observação, nos observar. Com a meditação aprendemos a observar o que surge na nossa mente/corpo e com isso aprendemos a criar um espaço entre o gatilho -> reação. Podemos com isso aprender a operar na lógica: gatilho -> observação -> reação. Dessa forma, podemos escolher como reagir dentro dessa etapa de observação. Claro que, como já conversei várias vezes com o u/dudez, alguém que acredita no determinismo pode dizer que o que você decidiu mudar o seu comportamento nessa etapa de "observação", é fruto de eventos anteriores kkk
O que você acha que as pessoas entendem tarde demais sobre o que faz a vida valer a pena?
Que no fundo só temos essa vida, essa chance de experimentar esse absurdo (como disse o dudez) que é viver. Mesmo isso sendo clichê, demoramos demais para internalizar isso e aplicar isso a nossas ações e decisões. Gastamos tempo demais com coisas inúteis (não estou falando aqui sobre produtividade) que não colaboram com essa experiência unica de vida.
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